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Transformação Digital no Setor Alimentício: quais as tendências do mercado?

5 de Maio, 2020

Uma importância do setor alimentar no Brasil é indiscutível: ele movimenta mais de R $ 2 trilhões por ano – incluindo agro, varejo, serviço de alimentação e indústria, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA). Hoje, mais de 50% da balança comercial brasileira vem do segmento de alimentos. Ela também vem crescendo: os dados da ABIA mostram que o faturamento da indústria cresceu 6,7% em 2019, e representa hoje em torno de 9,7% do PIB brasileiro.

Quando as pessoas olham para o escopo mundial, segundo informações da Liga Insights, o ponto de partida é considerado um crescimento populacional de 33% até 2050. Com isso, uma produção de alimentos terá aumento superior a 70% em relação aos seus dados atuais, para atender toda a demanda. Além disso, há uma grande preocupação da sociedade em relação a novos hábitos alimentares e, também, ao desperdício de alimentos. No Brasil, os avanços nos últimos 30 anos em termos de segurança alimentar têm sido positivos, com uma redução pela metade das pessoas em situação de fome. Mas o Lelo Coimbra, secretário especial de Desenvolvimento Social do Ministério da Cidadania, Lelo Coimbra, reconhece que a fome ainda atinge 2,5% da população brasileira, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO),

Para resolver esses problemas, observe um processo forte de aceleração digital em grandes players, como o surgimento de várias startups no setor. No Brasil, o investimento nessas inovações ainda é pequeno, se comparado a outros países, mas com grande potencial para crescer. No mundo, uma previsão da Research and Markets é um mercado global de transformação digital de US $ 250,4 bilhões até 2022. Ana Carolina Bajarunas, fundadora e CEO da Builders Construtoria, diz que “um grande exemplo deste sucesso é um investimento de 500 milhões de USD recebido pelo Burguer impossível no caso de crise pandêmica, totalizando-o apenas, 1.3B USD de investimentos, por uma avaliação de 4bi USD. Em outras palavras, o crescimento da Foodtechs parece ser mais forte que esta crise ” Ana Carolina também criou o movimento Foodtech no Brasil. “O movimento surgiu para reunir apenas essas iniciativas em um único lugar e facilitar a geração de novos negócios. Quando lançado o primeiro mapa brasileiro de Foodtechs em 2018, temos 53 empresas mapeadas e hoje temos mais de 300, além de acessar um banco de dados global AgFoodtechs. Nosso trabalho consiste em avaliar estas empresas e apresentar as grandes empresas do setor de ônibus se aproximar dessas inovações, fazer um casamento perfeito e acelerar os negócios entre os interessados ​​da cadeia alimentar “diz Ana Carolina. Isso é fomentar uma inovação aberta! Quando lançou o primeiro Mapa Brasileiro de Foodtechs em 2018, 53 empresas mapeadas e hoje temos mais de 300, além de acessar um banco de dados global da AgFoodtechs. Nosso trabalho consiste em avaliar estas empresas e apresentar as grandes empresas do setor de ônibus se aproximarem dessas inovações, fazer um casamento perfeito e acelerar os negócios entre os interessados ​​da cadeia alimentar “diz Ana Carolina. Isso é fomentar uma inovação aberta! Quando lançou o primeiro Mapa Brasileiro de Foodtechs em 2018, ele 53 empresas mapeadas e hoje temos mais de 300, além de acessar um banco de dados global da AgFoodtechs. Nosso trabalho consiste em avaliar estas empresas e apresentar as grandes empresas do setor de ônibus se aproximarem dessas inovações, fazer um casamento perfeito e acelerar os negócios entre os interessados ​​da cadeia alimentar “diz Ana Carolina. Isso é fomentar uma inovação aberta! diz a Ana Carolina. Isso é fomentar uma inovação aberta! diz a Ana Carolina. Isso é fomentar uma inovação aberta!

Por exemplo, falar em grandes players, ver quais são as maiores empresas já inovadas e adaptadas, internamente, processos em áreas como e-commerce e omnichannel. Um exemplo é um Friboi, que lançou, em 2019, uma plataforma inédita de serviço e comércio de gado, chamada Friboi Pecuarista. Além dessa iniciativa, há transformação digital em CRM, big data e conformidade por parte do grupo BRF. Em complemento a essas soluções, o Hub de Inovação da Nestlé é uma demonstração clara de inovação aberta e foco no cliente.

Podemos, então, concluir o antemão uma coisa: sem que o consumidor conduza as marcas às adaptações, as transformações digitais podem ser muito limitadas. E, com uma demanda crescente no setor de alimentos, uma limitação pode causar uma diferença entre a vida e a morte de uma empresa.

Ainda mais no contexto da crise que estamos vivendo e suas implicações para o mundo, uma tecnologia aplicada ao setor alimentar é de importância vital para garantir uma maior sustentabilidade e foco no consumidor, eventualmente gerando um impacto positivo para a sociedade. O Marcos Leta, fundador da Fazenda Futuro e também fundador dos Sucos do Bem, tem uma visão muito otimista desse papel: “Eu acredito que a tecnologia é, e sempre será, uma aliada para o desenvolvimento da sociedade, seja em qual frente para. O fato é que chegamos a um ponto em que ela é mostrada e precisa constantemente de busca por alternativas mais sustentáveis.Muitas vezes, a tecnologia antecipa uma necessidade do consumidor, mas também tem demanda própria do consumidor e o desenvolvimento de novas tecnologias “

As principais tendências de transformação digital no mercado de alimentos

Diante desse contexto, já podemos observar como principais tendências de transformação digital no mercado de alimentos quando analisados ​​ou que empresas têm feito.

Veja só:

1. FoodTechs e Inovação Aberta

Como comentado anteriormente, uma iniciativa do FoodTech Movement, da Builders Construtoria , fabricante ou ecossistema de foodtechs para, a partir disso, desenvolva um trabalho de unificação do setor. Em outras palavras, ela cria condições favoráveis ​​ao desenvolvimento de novos negócios. Hoje, através do mapeamento do setor feito pela Liga Insights, o ecossistema contabiliza mais de 300 foodtechs espalhadas pelo Brasil todo.

O iFood, serviço de grupo Movile que todos conhecemos e, provavelmente, utilizamos, é o único unicórnio entre como foodtechs até agora. Além disso, também podemos acompanhar a empresa chilena NotCo, que tem o fundador e CEO da Amazon, Jeff Bezos (quem fala nesse episódio do meu podcast aqui ), como investidor. Ela apresenta uma proposta de produção de alimentos à base de plantas que utilizam inteligência artificial. Para tanto, um algoritmo é capaz de cruzar dados de diferentes vegetais e criar receitas com a mesma textura, aroma, sabor e valor nutricional dos alimentos de origem animal. Eu mesmo conheci o gerente de marketing do Brasil, a Ana Clara Moraes, em uma viagem que aconteceu no Chile e admite: o sabor dos maioneses da NotCo é igual – é o melhor senão – ao produto tradicional. Impressão minha, tá?

E não dá para falar de foodtechs sem mencionar a Fazenda Futuro. Fundada pelo empreendedor Alfredo Strechinsky e pelo criador de Sucos do Bem, Marcos Leta, ela tem como foco concorrer com os frigoríficos, e não com produtos veganos e / ou vegetarianos. Para atrair o público que consome carne animal, uma startup utiliza a tecnologia de coleta de receitas para quem também pode usar o paladar dos carnívoros. Você já encontra hambúrguer, carne moída, almôndega e linguiça, todos feitos de plantas, mas com textura, gosto e suculência de carne – tudo sem sacrifício animal. Como a sustentabilidade é um pilar da Fazenda Futuro, segundo Marcos Leta: “no Brasil, o número de gado (218 milhões) é superior ao número de pessoas (209 milhões), sendo um dos países mais afetados pela agropecuária quando se trata do meio ambiente.

Como grandes setores do setor também estão acelerando os processos de inovação, ainda mais em parcerias com startups, buscando inovação aberta. A Kraft Heinz é um exemplo disso. “Temos um tempo que está sempre em busca de tendências e como uma empresa pode inovar. Um exemplo é a realização do nosso programa Open Innovation, que busca por startups com soluções para problemas em diversas áreas da empresa e que contam com uma parceria do habitat Inovabra, espaço de moeda do Bradesco “conta com Cecilia Alexandre, diretora de marketing da Kraft Heinz. “Criamos, em parceria com a Ingredion, um programa que visa testar o desenvolvimento de inovações focadas em pequenos volumes e no menor espaço de tempo, ou Food Sprint. Vamos testar usando métodos de criação e gerenciamento de projetos,

2. Novos modelos de negócios: entrega, D2C e comércio eletrônico

Mencionar ou iFood na tendência anterior, e não é possível deixar de aprofundar, em seguida, a tendência de transformação digital que através de plataformas de entrega está alterando os hábitos de consumo de alimentos e comida.

“Podemos chamar essa tendência de verticalização, ou seja, a unicidade dos mundos de fora para diante. Não existe mais a separação de dois universos, em especial agora após a pandemia”, diz Ana Carolina Bajarunas. Inclusive, falando em quarentena, um dos fatores de sucesso do bloqueio durante uma pandemia na China foi a eficiência e a capilaridade da Meituan Dianping (parte do gigante Tencent), líder no segmento de entrega na China. No Brasil, em entrevista para a Época Negócios, ou Diego Barreto, CFO do iFood, comente sobre um crescimento de demanda seguindo uma distribuição geográfica de coronavírus: comecei a aumentar em SP e no Rio, depois cresci nas capitais do Sudeste e depois fui se espalhando pelo interior. Não é um aumento no pedido de restaurantes (eu, como usuário, tenho muitos restaurantes disponíveis no app), mas também itens básicos de supermercado como arroz e feijão. “De fato, uma previsão de crescimento da entrega para 2020 era de 17,5% e o fato é que, quem está se preparando, está vivendo hoje seus dias de glória, vendo isso acontecer em semanas e meses”, nos conta a Ana Carolina Bajarunas. “Essa tendência é ainda mais evidente nos mais novos. Um nativo digital da geração Z, pessoas nascidas a partir de 1995, desconhece esta diferenciação entre offline e online. Ele quer resolver tudo com um clique, direto da palma da mão e isso explica um pouco também, o crescimento das entregas “, finaliza ela. quem está se preparando, está vivendo hoje seus dias de glória, vendo isso acontecer em semanas após meses “, nos casos de Ana Carolina Bajarunas.” Essa tendência é ainda mais evidente nas crianças mais jovens. Um nativo digital da geração Z, pessoas nascidas a partir de 1995, desconhece essa diferença entre offline e online. Ele quer resolver tudo com um clique, direto da palma da mão e isso explica um pouco também, o crescimento das entregas “, finaliza ela. quem está se preparando, está vivendo hoje seus dias de glória, vendo isso acontecer em semanas após meses “, nos casos de Ana Carolina Bajarunas.” Essa tendência é ainda mais evidente nas crianças mais jovens. Um nativo digital da geração Z, pessoas nascidas a partir de 1995, desconhece essa diferença entre offline e online. Ele quer resolver tudo com um clique, direto da palma da mão e isso explica um pouco também, o crescimento das entregas “, finaliza ela.

No D2C, temos o grande exemplo de uma das outras grandes Foodtechs do país: um LivUp operando com o modelo Direct-to-Consumer. Eles comercializam 300 mil refeições por mês, depois de expandir suas operações ao captar R $ 90 milhões em investimentos em 2019.

No B2B, um gigante como o Friboi está apostando no e-commerce. “Para melhorar nosso relacionamento com B2B, desenvolvedores e lançadores em comércio eletrônico exclusivo para clientes, ou no Friboi Online. Nós fornecemos ofertas específicas para cada estado, bem como a facilidade nas opções de pagamento e entregas. Isso flexibiliza o tempo dos nossos clientes. vendedores e equipe de comércio, bem como a experiência de aprender além de fazer uma rotatividade em nossos estoques “, diz Pablo Vinícius de Lima Souza, Marketing Sênior. E isso é tudo a partir das demandas e análises dos varejistas. “A Plataforma está dando a eles uma autonomia de compra. Por lá, o acesso a itens de produtos, promoções, acesso a todas as nossas marcas, todos os CDs, etc.

3. Rastreabilidade e Automação

Por falar em rastreabilidade, essa tendência pode transformar bastante os negócios do setor de alimentos, a partir de informações disponíveis em toda a cadeia produtiva – desde uma fazenda ou plantação até a casa do consumidor final. Esses dados levam a uma maior redução e redução do desperdício: a Data Science está impulsionando a otimização dessa transparência, permitindo que empresas e fornecedores acompanhem melhor o alimento ao longo de toda a cadeia. Várias empresas iniciantes usam soluções para isso, e grandes players também investem em rastreabilidade e big data: no case do Carrefour,os itens da marca Sabor e Qualidade têm rastreamento rastreado no Blockchain. Para isso, uma empresa que desenvolve uma plataforma, em parceria com um Rastreamento Seguro, que possibilita o uso de informações de segurança, invioláveis ​​e compartilhadas com toda a cadeia, vai para o campo e o consumidor.

Esse processo, feito de forma automatizada e confiável, traz vários benefícios, dos quais o destino: 

  • gerenciamento eficaz do fluxo de produtos; 
  • redução das perdas e desperdícios de alimento; 
  • eficiência em recall’s; 
  • maior segurança no consumo.

Isso traz ganhos consideráveis ​​em eficiência. “Temos uma série de oportunidades em toda a cadeia, que vai desde o” cultivo inteligente “aplicando conceitos de IA e monitoramento / sensoriamento para deixar como produções mais precisas e produtivas, passando pelo monitoramento e garantia de qualidade nos transportes (e como variáveis ​​variadas) rastreabilidade), facilitando os processos de transferência, armazenagem e venda, finalizando sem consumo consciente, reutilização e geração de resíduos “, diz Raphael Augusto, da Liga Insights.

Nesse caso, um exemplo excelente de automação é o da Nestlé. Uma empresa mostra resultados positivos da troca eletrônica de dados, ou EDI (Electronic Data Interchange), com seus parceiros comerciais, e usa dados padronizados do Sistema GS1, como GTIN e GLN. Com isso, ela automatiza o envio de pedidos e expedição de mercadorias aos clientes de forma mais rápida – e sem erros.

No caso da Fazenda Futuro, as máquinas produzidas para processar carne animal são trazidas pela Alemanha. “Para obter uma produção em escala e atender ao mercado brasileiro, são necessárias máquinas que executam acordo com um processo bem específico que foi desenvolvido para a Fazenda Futuro. Para isso, realizamos diversos estudos que levaram a ‘hackear’ máquinas de refrigeração para chegar à nossa primeira geração de hambúrguer do futuro “, conta Marcos Leta.

A rastreabilidade e a automação reduzem também o desperdício, que é um mantra inerte no segmento. “Certamente, mais da metade do alimento se perde ao longo de toda essa cadeia, seja por questões não tão automatizadas de produção, condicionamento de cargas, sincronização dos atores (produção-venda-consumo) e também uma política de resíduos” continua ou Raphael . “Em um mundo não qualificado como atingir 10 bi de habitantes até 2050, muito da solução não está disponível apenas em novos alimentos, mas sim em saber aproveitar bem os atuais” finaliza ele. E sendo que hnós importamos muito com a emissão de gás carbônico na atmosfera terrestre e o aumento do aquecimento global, a rastreabilidade, pode ter informações sobre o registro e quantas milhas foram percorridas até uma determinada mercadoria chegar ao supermercado e à nossa mesa. A Friboi investiu em ações para o meio social e meio ambiente. “Esse ano investe quase meio bilhão de reais em melhorias das operações para o bem-estar animal em nossas unidades, como por exemplo, a aquisição de uma nova frota de carretas garantindo mais conforto durante o transporte do gado nas unidades de processamento” nos dados Pablo da Friboi.

4. Marketing Digital e CRM

No marketing digital, notamos cada vez mais iniciativas digitais para colocar o cliente ao centro. O Raphael Augusto da Liga Insights nos que mostram ao final “os que sofrem alterações nos seus processos de pesquisa, escolha, consumo, reprodução, etc. Como tecnologias e startups que nos utilizam para obter melhores informações, um dos melhores resultados, um número garantir procedimentos, conveniência e alternativas (em todos os sentidos), usar e posicionar e reposicionar toda a cadeia nesse contexto.Não ao toa, a cada vez mais no mercado de alimentos alternativos, veganos / vegetarianos e restrições ganham força e espaços. mais à toa ainda, os alimentos “tradicionais” estão reformando seus espaços trazendo conveniência, informação e alterações “finaliza ele.

Nas tendências de CRM, atenção especial às iniciativas da BRF. No ano passado, o grupo evoluiu em seu atendimento ao consumidor, adotando o SAC 2.0 a partir da plataforma Services Cloud, do Salesforce. Em comunicado à imprensa, um gerente executivo da área de Relacionamento com Consumidores e Clientes da BRF, Patrícia Matsunaga, contou que, quando um Sadia tirou uma linha de um concurso sem osso, houve uma enxurrada de reclamações. Com os dados referenciados e analisados, uma companhia voltou atrás. Ela completa: “teve cliente dizendo que nós terminamos com uma mesa de Natal deles. E não foi um ou dois; foram muitos. Essa interação foi comprovada ou erro na decisão”.

O conteúdo digital também é fundamental para marcas no setor. O Pablo da Friboi nos conta que marca uma marca com “geração de conteúdo para consumidor final com dicas, receitas, melhores práticas de consumo de carne, etc – gerando autoridade, consciência de consumo e também conversas dentro dos nossos canais digitais”. O marketing digital também chega a ser mais direto para o consumidor final na empresa. “Entendemos também que a forma de consumo e interação do B2B e B2C mudou drasticamente e esses anseios não vêm somente da indústria para o consumidor, mas sim dos que usaram para a indústria e, o Digital nos ajuda a enxergar essas oportunidades, fazendo com que as pessoas tomem decisões mais assertivas e que façam o sentido para os nossos stakeholders. Além disso, faça com que essas informações cheguem de forma unificada “

A Nestlé, na Páscoa de 2019, também investiu em um aplicativo de realidade aumentada. Com o recurso, ao apontar ou ao celular para materiais informativos, o consumidor poderá registrar com uma ajuda de um assistente virtual na hora de escolher o produto. A empresa destacou em seu comunicado à imprensa: “Precisamos olhar para uma jornada de compra no ponto de venda para fazer com que o cliente interaja com nossos produtos”.

Em conclusão, vemos grandes empresas em ação e não dá negar que megatendências de transformação estão listando os negócios no setor alimentar, não é o mesmo?

Então, eu conte: quais delas também já estão emparelhando na sua empresa?

Ciao,
EU SOU O ANDREA

EMPREENDEDOR. PALESTRANTE. NÔMADE. CRIADOR DE CONTEUDO. INVESTIDOR. MINIMALISTA.

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Desde como desenhar seu próprio estilo de vida, até como ter sucesso no meio da Transformação Digital, tudo é voltado a gerar provocações intelectuais que incentivem MUDANÇA em nossas vidas.

 

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