Investir em si mesmo: como crescer na carreira e fortalecer sua marca pessoal - Andrea Iorio
Investir em si mesmo: como crescer na carreira e fortalecer sua marca pessoal
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Andrea Iorio

12 de janeiro, 2022 |
22 min

Investir em si mesmo é uma das decisões mais importantes para quem quer crescer na carreira, fortalecer sua marca pessoal e criar novas oportunidades profissionais.

Agora imagine a seguinte situação: você é gestor de um time comercial em uma empresa de produtos de beleza. A maioria dos vendedores não tem uma presença forte nas redes sociais. Mas uma vendedora se destaca. Ela é ativa no Instagram, tem um canal no YouTube com dicas para cabelo e até pensa em criar um podcast.

Ela mistura conteúdos profissionais com conteúdos pessoais. Às vezes, você acha que ela exagera em algumas postagens e teme que isso possa afetar a imagem comercial dela. Ao mesmo tempo, sabe que muitos clientes acompanham os conteúdos dela e que parte das vendas nasce justamente dessa presença digital.

Diante disso, você tem três caminhos:

  • pedir que ela pare de postar conteúdo relacionado ao trabalho;
  • incentivar que ela poste o máximo possível, sem muita orientação;
  • investir em um curso de personal branding, com diretrizes claras da empresa, mas preservando o tom de voz dela.

Qual caminho você escolheria?

Não existe uma única resposta certa, mas eu ficaria com a terceira opção. Ela reconhece que a marca pessoal da colaboradora tem valor, mas também mostra que a empresa está disposta a investir no desenvolvimento dela.

E esse é o ponto central deste artigo: quando uma pessoa desenvolve suas habilidades, sua reputação e sua capacidade de se comunicar, ela aumenta o próprio valor. Para a empresa, isso pode gerar mais engajamento, mais confiança e mais alcance. Para o profissional, pode abrir portas que talvez nem existissem antes.

O que significa investir em si mesmo?

Investir em si mesmo significa desenvolver habilidades, conhecimentos, hábitos, reputação e competências que aumentam seu valor pessoal e profissional ao longo do tempo.

Warren Buffett, um dos maiores investidores do mundo, costuma defender uma ideia simples e poderosa: o melhor investimento que uma pessoa pode fazer é em si mesma.

A lógica é clara. Uma empresa pode mudar. Um cargo pode acabar. Uma função pode ser substituída. Mas aquilo que você aprende, desenvolve e incorpora como competência continua com você.

Sua capacidade de se comunicar melhor, escrever melhor, negociar, liderar, aprender, criar conexões e tomar decisões acompanha você em qualquer mercado.

É por isso que investir em você não deve ser visto como vaidade ou luxo. É uma forma de construir valor em um mundo onde empregos mudam, empresas mudam e oportunidades aparecem para quem está preparado para elas.

investir em si mesmo

Por que investir em si mesmo é importante para a carreira?

Investir em si mesmo é importante para a carreira porque ajuda você a depender menos de um cargo específico e mais das competências que consegue levar para diferentes contextos profissionais.

Em 2013, recebi uma mensagem no LinkedIn da diretora de marketing do grupo Match.com. Ela queria saber se eu poderia ajudar a colocar uma oferta de desconto da assinatura do ParPerfeito no Groupon, onde eu trabalhava na época.

Ajudei na oferta. Algumas semanas depois, ela me chamou para participar de um processo seletivo para uma vaga de Business Development nas marcas do grupo, incluindo um aplicativo que tinha acabado de ser lançado nos Estados Unidos: o Tinder.

Topei. Depois de um dia inteiro de entrevistas, aceitei a proposta.

Quando comecei a trabalhar com o Tinder, percebi rapidamente o poder que aquela marca tinha. Ela estava se popularizando, chamava atenção da mídia e gerava muitas conversas. Então comecei a pensar: como eu poderia fazer um bom trabalho pela empresa e, ao mesmo tempo, usar essa experiência para desenvolver meu próprio perfil profissional?

Foi assim que comecei a postar no LinkedIn um pouco do meu trabalho no Tinder. A cada publicação, eu conseguia gerar mais engajamento. A marca Tinder se fortalecia, mas minha marca pessoal também.

E foi aí que entendi algo importante: investir em si mesmo também é saber transformar experiências profissionais em aprendizado, reputação e novas possibilidades.

Como investir em você pode aumentar seu valor profissional?

Investir em você pode aumentar seu valor profissional porque melhora sua capacidade de resolver problemas, comunicar ideias, criar conexões e ser lembrado por competências específicas.

Depois do Tinder, passei a aplicar esse raciocínio em outras experiências, como na L’Oréal, nos investimentos-anjo em aplicativos como Zen e Filmr, e nas conexões com empresas de diferentes setores e tamanhos.

Meu pensamento passou a ser: além de beneficiar essas empresas com meu trabalho, como essa relação também pode me desenvolver? Para tudo. É aqui que eu sei que talvez você esteja pensando: “Andrea, mas isso não é ser interesseiro?”

Eu não vejo assim. Pelo contrário: acho um desperdício não aproveitar as experiências profissionais para aprender, criar repertório e fortalecer sua reputação.

Quando existe entrega real, o ganho é dos dois lados. A empresa se beneficia do seu trabalho, e você se beneficia do aprendizado, da exposição, do networking e da credibilidade que aquela experiência gera.

O problema não está em querer crescer. O problema estaria em usar uma empresa sem entregar valor. Quando há contribuição verdadeira, investir em você também fortalece o ambiente em que você trabalha.

Quer entender quais habilidades continuam valiosas em um mercado cada vez mais impactado pela inteligência artificial? Conheça o livro Between You and AI, de Andrea Iorio, e veja como investir em competências humanas pode ajudar profissionais e líderes a se manterem relevantes.

Qual é a relação entre investir em si mesmo e marca pessoal?

A relação entre investir em si mesmo e marca pessoal está no fato de que sua reputação profissional nasce das habilidades, experiências, conteúdos e atitudes que as pessoas associam a você.

Marca pessoal não é fingir ser alguém nas redes sociais. Também não é postar o tempo todo ou transformar a própria vida em vitrine.

Marca pessoal é a percepção que as pessoas constroem sobre você a partir do que você faz, comunica, entrega e repete ao longo do tempo.

Foi isso que aconteceu comigo quando comecei a compartilhar aprendizados do Tinder no LinkedIn. Eu não estava apenas falando de uma empresa conhecida. Estava mostrando como eu pensava, como enxergava negócios digitais, como aprendia com aquela experiência e como conectava aquilo com tendências maiores de mercado.

A marca do Tinder me ajudava. Mas o inverso também era verdadeiro: o meu conteúdo ajudava a fortalecer a conversa em torno da marca.

Esse é o ponto: marcas pessoais fortes podem ser boas para os profissionais e também para as empresas.

Hoje, muitas organizações já entenderam que colaboradores com boa reputação profissional podem ampliar conversas, atrair talentos, aproximar clientes e humanizar a marca corporativa.

Como usar experiências profissionais para fortalecer sua marca pessoal?

Para usar experiências profissionais na construção da marca pessoal, transforme aprendizados do trabalho em conteúdos, conversas, conexões e exemplos que mostrem suas competências.

Isso não significa expor informações confidenciais, falar em nome da empresa sem autorização ou transformar qualquer reunião em post de LinkedIn.

Significa olhar para sua rotina profissional e perguntar:

  • o que eu estou aprendendo aqui?
  • que competência esta experiência está desenvolvendo em mim?
  • que problema eu ajudei a resolver?
  • que visão de mercado posso compartilhar sem expor dados sensíveis?
  • como essa experiência conversa com o profissional que eu quero me tornar?

Mesmo amando o Tinder, eu sabia que não trabalharia lá para sempre. Então, assim como me dedicava ao máximo à empresa, também procurava extrair aprendizado, networking e exposição profissional daquela fase.

Usei o Tinder como plataforma para me desenvolver pessoal e profissionalmente. Aos poucos, comecei a receber convites para palestras. Preparava cada uma com cuidado, e esse movimento acabou abrindo caminho para minha carreira como palestrante, que hoje é minha principal atividade.

Tudo porque, em algum momento, entendi que investir em mim mesmo precisava ser uma prática, não uma frase bonita.

Leia também:

Como construir uma marca pessoal sem parecer interesseiro?

Para construir uma marca pessoal sem parecer interesseiro, é preciso entregar valor antes de buscar visibilidade e compartilhar conteúdo com autenticidade, cuidado e responsabilidade.

A linha entre construir reputação e parecer oportunista existe. E ela fica mais clara quando você olha para a intenção e para a entrega.

Se você só aparece para se promover, as pessoas percebem. Se você compartilha aprendizados reais, ajuda outras pessoas, reconhece o trabalho coletivo e respeita os limites da empresa, sua presença passa a ter mais consistência.

Uma marca pessoal forte não nasce de autopromoção vazia. Ela nasce de associação.

As pessoas começam a ligar seu nome a alguns temas, comportamentos e competências. No meu caso, por exemplo, temas como transformação digital, liderança e inovação foram se tornando parte do meu círculo de competência.

Com o tempo, essa repetição cria memória. E memória gera oportunidade.

Por isso, construir marca pessoal não é gritar “olhem para mim”. É construir, pouco a pouco, razões para ser lembrado.

Por que empresas devem incentivar a marca pessoal dos colaboradores?

Empresas devem incentivar a marca pessoal dos colaboradores porque profissionais bem posicionados podem aumentar confiança, alcance, engajamento e credibilidade para a própria organização.

Durante muito tempo, muitas empresas viam com desconfiança colaboradores que postavam sobre trabalho nas redes sociais. O medo era perder controle da mensagem, gerar exposição indevida ou misturar vida pessoal e profissional.

Esse cuidado ainda faz sentido. Mas a resposta não precisa ser proibir. A melhor resposta é orientar.

Foi por isso que, no exemplo da vendedora de produtos de beleza, o caminho mais inteligente era investir em personal branding. Não para tirar a voz dela, mas para ajudá-la a usar melhor essa voz.

Quando a empresa cria diretrizes claras, treina colaboradores e mostra o que pode ou não ser compartilhado, ela reduz riscos e aumenta o potencial de impacto positivo.

Isso pode ajudar em várias frentes:

  • fortalecimento da marca empregadora;
  • maior engajamento de colaboradores;
  • aproximação com clientes;
  • mais confiança nas mensagens comerciais;
  • atração de talentos;
  • humanização da comunicação corporativa;
  • geração de autoridade em temas ligados ao negócio.

O colaborador cresce. A empresa também.

Como investir em si mesmo em um mercado de trabalho em mudança?

Para investir em si mesmo em um mercado de trabalho em mudança, desenvolva competências que possam ser aplicadas em diferentes empresas, funções, plataformas e modelos de trabalho.

Se olharmos algumas décadas para trás, pouca gente teria apostado que gamer, youtuber, podcaster, motorista de aplicativo, criador de conteúdo ou freelancer digital seriam caminhos profissionais tão relevantes.

Plataformas, redes sociais e novos modelos de trabalho mudaram a forma como pessoas constroem renda, reputação e portfólio.

Isso mostra que a carreira deixou de depender apenas de um cargo formal dentro de uma empresa. Cada vez mais, ela depende da combinação entre habilidades, reputação, adaptabilidade, rede de contatos e capacidade de aprender rápido.

É por isso que investir em si mesmo é tão importante. Porque o mercado muda, mas suas competências acompanham você.

Você pode mudar de empresa, de setor, de país, de função ou de modelo de trabalho. Mas se desenvolveu habilidades sólidas, boa comunicação, pensamento crítico, capacidade de liderança e presença digital coerente, terá mais chances de se adaptar.

Como saber quais habilidades desenvolver para investir em você?

Para saber quais habilidades desenvolver, observe seu círculo de competência, as pessoas que você admira, as demandas do mercado e os temas pelos quais deseja ser reconhecido.

Warren Buffett fala muito sobre círculo de competência. A ideia é entender quais temas, habilidades e áreas você domina ou pode desenvolver com consistência.

No meu caso, basta olhar para o próprio Metanoia Lab: inteligência artificial, liderança e futuro do trabalho estão no centro das conversas. Esses temas ajudam a mostrar onde está meu foco de estudo, atuação e construção de autoridade.

Você pode fazer o mesmo.

Comece respondendo:

  • em quais temas eu quero ser lembrado?
  • que problemas eu sei resolver?
  • que habilidades preciso melhorar?
  • que pessoas eu admiro profissionalmente?
  • quais características fazem essas pessoas serem admiradas?
  • quais dessas características eu também posso desenvolver?
  • que conteúdos, projetos ou conversas podem mostrar melhor meu repertório?

Investir em você exige escolha. Ninguém consegue ser referência em tudo.

Mas quando você escolhe alguns temas e trabalha neles com constância, sua imagem profissional começa a ganhar forma.

Para continuar refletindo sobre carreira, liderança, inteligência artificial e futuro do trabalho, ouça o Metanoia Lab, podcast de Andrea Iorio no Spotify.

Como fortalecer sua presença digital sem exagerar nas redes sociais?

Para fortalecer sua presença digital sem exagerar, publique conteúdos coerentes com seus objetivos profissionais, escolha bem os canais e cuide do que aparece quando alguém procura seu nome. Nós não precisamos virar uma Kardashian, postando tudo nas redes sociais de um dia para o outro.

A questão não é compartilhar tudo. É cuidar para que aquilo que aparece sobre você na internet represente bem o que você tem a oferecer.

Para algumas pessoas, o LinkedIn será o canal mais importante. Para outras, pode ser o YouTube, o Instagram, um podcast, uma newsletter, um site pessoal ou uma combinação de canais.

O canal depende do público que você quer atingir.

Algumas práticas ajudam:

  • defina os temas pelos quais quer ser reconhecido;
  • escolha canais coerentes com seu público;
  • publique com constância, não com desespero;
  • misture opinião, aprendizado e experiência prática;
  • evite expor informações sensíveis da empresa;
  • cuide da qualidade do que aparece no Google;
  • revise conteúdos antigos que possam prejudicar sua imagem;
  • mantenha coerência entre redes, bio, site e LinkedIn.

A sua presença digital deve facilitar a vida de quem quer entender quem você é profissionalmente.

Se uma pessoa pesquisa seu nome e encontra conteúdos coerentes, projetos, entrevistas, artigos, posts e sinais de autoridade, ela já começa a formar uma impressão antes mesmo de falar com você.

O que aparece quando pesquisam seu nome no Google?

O que aparece quando pesquisam seu nome no Google influencia sua primeira impressão profissional, principalmente quando alguém ainda não conhece seu trabalho.

Existe uma frase muito atribuída a Jeff Bezos que diz que marca pessoal é aquilo que as pessoas dizem sobre você quando você não está na sala.

No mundo digital, também podemos fazer uma adaptação: marca pessoal é aquilo que aparece quando alguém pesquisa seu nome e tenta entender quem você é.

Pense no caso de um palestrante. Quando um coordenador de treinamento recebe a indicação de um nome para um evento e ainda não conhece essa pessoa, o primeiro movimento costuma ser simples: pesquisar no Google.

A pergunta é: o que ele encontra?

Algo que mostra seu potencial profissional? Um perfil desatualizado? Um conteúdo antigo que não conversa mais com o que você faz? Um resultado que nem é sobre você? Um post que pode gerar ruído?

Esses resultados ajudam a construir a primeira impressão.

Por isso, o desafio prático é simples: vá ao Google e digite seu nome.

Depois, observe:

  • você aparece nos primeiros resultados?
  • os resultados mostram sua atuação atual?
  • seu LinkedIn está atualizado?
  • há conteúdos antigos que deveriam ser revisados?
  • seu site pessoal aparece, se você tiver um?
  • suas redes sociais têm coerência entre si?
  • alguém entenderia seus temas profissionais em poucos cliques?

Esse exercício pode parecer simples, mas revela muito. Porque investir em si mesmo também é cuidar da forma como o mercado consegue encontrar, entender e lembrar de você.

Perguntas frequentes sobre investir em si mesmo

As principais dúvidas sobre investir em si mesmo envolvem carreira, desenvolvimento profissional, marca pessoal, presença digital, habilidades e formas práticas de criar novas oportunidades.

O que significa investir em si mesmo?

Investir em si mesmo significa desenvolver conhecimentos, habilidades, hábitos, comunicação, repertório, reputação e competências que aumentam seu valor profissional ao longo do tempo.

Por que investir em si mesmo é importante?

Investir em si mesmo é importante porque empresas, cargos e mercados mudam, mas aquilo que você aprende e desenvolve acompanha sua carreira. Quanto mais competências você constrói, maior sua capacidade de se adaptar e criar oportunidades.

Qual é a relação entre investir em você e marca pessoal?

A relação está no fato de que sua marca pessoal é formada pelas competências, experiências e conteúdos que as pessoas associam ao seu nome. Quando você investe em si mesmo, melhora a base da sua reputação profissional.

Como começar a investir em si mesmo?

Comece identificando quais habilidades precisa desenvolver, quais temas quer dominar, qual público deseja alcançar e como pode transformar experiências profissionais em aprendizado, conteúdo, networking e autoridade.

O que é personal branding?

Personal branding é a gestão da marca pessoal. Na prática, envolve cuidar da forma como suas habilidades, experiências, valores, conteúdos e presença digital constroem sua imagem profissional.

Como fortalecer minha marca pessoal no LinkedIn?

Para fortalecer sua marca pessoal no LinkedIn, publique aprendizados reais, compartilhe experiências profissionais com responsabilidade, comente em conversas relevantes, atualize seu perfil e mantenha coerência nos temas pelos quais quer ser reconhecido.

Empresas devem incentivar colaboradores a criarem conteúdo?

Sim, desde que exista orientação. Empresas podem incentivar colaboradores a criarem conteúdo quando oferecem diretrizes claras, treinamento e liberdade para que cada pessoa use seu próprio tom de voz sem expor informações sensíveis.

Investir em si mesmo é construir valor que ninguém tira de você

Investir em si mesmo é construir um tipo de valor que acompanha você em qualquer fase da carreira.

Um cargo pode mudar. Uma empresa pode mudar. Uma plataforma pode mudar. Mas suas habilidades, sua reputação, sua capacidade de aprender e sua forma de se comunicar continuam com você.

Foi isso que aprendi ao usar minhas experiências no Tinder, na L’Oréal, nos investimentos e nas palestras como plataformas de desenvolvimento pessoal e profissional.

A cada nova experiência, uma pergunta me acompanhava: como posso entregar valor aqui e, ao mesmo tempo, me desenvolver? Essa pergunta continua válida para qualquer profissional. Porque, no fim, investir em você não é egoísmo. É responsabilidade com sua própria carreira.

Quer levar essa reflexão para sua empresa? Conheça as palestras de Andrea Iorio e veja como temas como inteligência artificial, liderança, inovação, marca pessoal e futuro do trabalho podem ajudar sua equipe a desenvolver novas competências para um mercado em transformação.

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